Foragido do Conjunto Penal de Teixeira é preso em operação da Polícia Civil e Militar de Nova Viçosa


16/09/2021 12h01 | Por: Redação/Fonte:LiberdadeNews

Teixeira de Freitas: Na tarde da última quarta-feira, 15 de setembro, a Polícia Civil de Nova Viçosa, sob o comando do delegado titular, Rui Pinheiro, após intensas investigações e  informações de que um detento do Conjunto Penal de Teixeira de Freitas (CPTF) estaria escondido na zona rural de Nova Viçosa, na região do distrito de Posto da Mata, solicitou apoio às forças de segurança da localidade (Polícia Militar do distrito de Posto da Mata), sob o comando do Tenente Louzada e do Setor de inteligência do Conjunto Penal de Teixeira de Freitas.

Após troca de informações, diligenciaram e fizeram campana.

Já no final da tarde, por volta das 17h30, capturam o foragido, na Comunidade de Marobá, nas proximidades de Posto da Mata. Não houve resistência por parte do preso, identificado como sendo, Cristiano de Jesus Souza, o qual foi reconduzido ao CPTF para as medidas cabíveis e cumprimento do restante da pena.

Vale salientar, que o detento teria saído do CPTF, para uma simples visita aos familiares e não teria voltado.

Cristiano é acusado de ter cometido um homicídio, na manhã de um domingo, no dia 18 de Maio de 2014. O crime de homicídio aconteceu na região do Assentamento Rosinha do Prado, zona rural do município pradense.

Cristiano de Jesus Souza, na ocasião tinha 49 anos de idade, e foi preso por policiais militares do 3º Pelotão do Prado após denúncias de populares que o apontou como autor do crime.

A vítima foi a pessoa de Osmar Francisco da Silva, de 51 anos, morto com golpes de um pedaço de madeira retirado de uma cerca. A vítima apresentava lesões na cabeça. O pedaço de pau foi encontrado ao lado do corpo, com marcas de sangue, e foi recolhido para os trabalhos periciais. Depois do crime, o acusado fugiu e se escondeu dentro de um plantio de eucalipto. Policiais fizeram buscas até conseguir capturar o suspeito.

Um fato que chamou atenção foi que, revoltados com o crime, os moradores do povoado de São Francisco, mais conhecido como ‘Pau Rancado’, tentaram fazer Justiça com as próprias mãos.

Cerca de 200 pessoas, segundo os próprios policiais, perseguiram a viatura da polícia, que transportava o acusado. Eles corriam por várias ruas, trazendo nas mãos pedaços de pau, facão, foice, machado e vários utensílios capazes de ceifar a vida de uma pessoa, das formas mais cruéis.