Advogada acusada de furto alega inocência e diz que a loja “A Preferida”, poderá sofrer sanções judiciais


21/04/2021 03h44 | Por: Maisteixeira/Fonte TVFF

No dia 17 de abril, a advogada Camila Cajueiro, se dirigiu a loja Preferida em Teixeira de Freitas, para comprar algumas peças de roupas. A Advogada entrou no vestuário da loja com algumas peças para experimentar, resolvendo ficar com 04 peças pagando o valor de R$ 496,40, o qual apresenta o comprovante de débito em sua conta, pois a loja estaria e promoção de 50%, sendo que o valor real seria de R$ 992,80.

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Contudo ao se dirigir ao caixa foi constrangida por uma funcionária que a indagou sobre uma peça de roupa que não estava encontrando. Após buscas na loja a Advogada pediu que olhassem as câmeras de segurança, o que não foi atendido. Ao retornar com a atendente no vestuário ao lado do que a advogada havia provado suas roupas, a peça foi encontrada.

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Ao comunicar que, é advogada e que estava sofrendo constrangimento, devido à falsa acusação, a gerente da loja entendeu por bem ligar para a polícia e registrar o ocorrido da forma que lhe beneficiaria, com receio das medidas judiciais que a loja poderá sofrer.

A advogada deixa claro que em momento algum a referida peça foi encontrada em sua bolsa, motivo pelo qual requereu as imagens das câmeras, pois é prova de que esse fato nunca aconteceu.

O ocorrido causou enorme transtorno na vida pessoal e profissional da Advogada, que além do constrangimento de ser acusada de algo que não fez, teve seu bom nome jogado na lama como se fosse uma criminosa.

A advogada ressalta que tomará todas as medidas que forem necessárias para provar sua inocência, buscando a justiça, pois não se conforma com a falsa acusação sofrida.

Informa à advogada que além das câmaras de segurança que podem atestar que o fato é mentiroso, a mesma irá requerer a oitiva dos policiais que estavam presentes a fim de comprovar que nada foi encontrado na sua posse, inexistindo abordagem policial.

No intuito de buscar a verdade dos fatos e esclarecer o que de fato tinha acontecido, nossa reportagem após conversar com a advogada Camila Cajueiro se dirigiu até a loja “A Preferida”, para ouvir o que loja tinha a dizer sobre o ocorrido, conversamos com a gerente da loja que se identificou como sendo Maria Aparecida, que disse que a loja não faria qualquer declaração.

Solicitamos então que as imagens das câmeras de segurança do sábado, 17 de abril, fossem disponibilizadas a nossa reportagem, para que todos os fatos fossem esclarecidos. O que foi negado pela gerente, alegando que só disponibilizará as imagens caso seja requisitado pela Polícia Civil.

A Preferida pode ter incorrido no crime de falsa acusação, ou denunciação caluniosa, caso fique comprovado à inocência de Camila Cajueiro, a loja poderá ter que pagar indenização.